Na sexta-feira, dia 5 de dezembro de 2025, o Ibovespa (IBOV) despencou 4,31%, fechando aos 157.369,36 pontos — o maior recuo em um único dia desde fevereiro de 2021.
O gatilho foi político: o mercado reagiu com choque ao anúncio de que o senador Flávio Bolsonaro seria o candidato apoiado por Jair Bolsonaro para as eleições presidenciais de 2026.
Até pouco antes do anúncio, a sessão era positiva: o Ibovespa atingiu máxima intradia de 165.035,97, renovando recorde histórico.
O que aconteceu depois: o sentimento de risco dominou o mercado. Investidores se desfizeram de ações de bancos, varejo e empresas sensíveis ao ciclo interno. Destaques negativos: Itaú Unibanco recuou ~4,6%, Bradesco caiu ~6%, Magazine Luiza perdeu quase 10%.
Além disso, o câmbio reagiu: o dólar disparou mais de 2%, fechando perto de R$ 5,43 — reflexo da fuga de capital e busca por segurança.
O resultado: um pregão de exuberância pela manhã transformou-se numa onda de pânico à tarde; o otimismo com recordes recentes virou cautela extrema. Caso queira — posso gerar gráfico histórico do Ibovespa mostrando essa “montanha-russa” de final de semana para você usar junto com a postagem.
