Curso Mercado de Opções : análise técnica, como investir na bolsa de valores (Bovespa)

Curso Mercado de Opções

Curso do mercado de opções

A história do mercado de opções

É importante você saber que o desenvolvimento do conceito de opções surgiu de necessidade específica: o controle do risco ligado às flutuações dos preços nos mercados agrícolas.

A primeira documentação sobre o uso de opções ocorreu na Holanda em 1634. As tulipas eram símbolo de status entre a aristocracia holandesa do século XVII. Naquela época, era comum os mercadores venderem tulipas a futuro (para entregar em data futura). Havia, portanto, grande risco em aceitar vender por preço fixo no futuro sem saber ao certo qual seria o preço exato no momento da venda.

Para limitar esse risco e assegurar margem de lucro, muitos mercadores compravam opções dos plantadores. Essas opções lhes asseguravam o direito, mas não a obrigação, de comprar tulipas dos plantadores por preço predeterminado ao término de período específico de tempo. Em outras palavras, o preço máximo para os mercadores era fixado até que chegasse o momento de entregar as tulipas aos aristocratas e receber o pagamento.

Se as tulipas passassem a custar mais que o preço máximo (ou predeterminado), os mercadores que possuíam as opções exigiriam do plantador a entrega pelo preço máximo combinado, assegurando margem de lucro. Se, entretanto, o preço caísse e a opção expirasse sem valor, o mercador ainda poderia ter lucro comprando tulipas por preço mais baixo e, depois, revendendo- as com lucro. Esses contratos de opções possibilitaram que muitos mercadores permanecessem trabalhando durante períodos de extrema volatilidade nos preços daquelas flores.

O conceito importante que fica dessa pequena história é que as opções não foram criadas para ser o instrumento especulativo do qual muitos fazem uso nos dias de hoje, mas para ser um instrumento de proteção contra variações de preços.

O contrato de seguro é bom exemplo de opção. O segurado (comprador da opção) tem o direito de ser ressarcido caso haja um sinistro, mas não tem obrigação nenhuma. A seguradora (vendedor da opção) tem a obrigação de pagar ao comprador, se o sinistro ocorrer, a critério do comprador. Por adquirir essa obrigação, o vendedor da opção recebe um valor em pagamento, chamado prêmio.

Na forma como são conhecidas hoje, as opções começaram a ser negociadas em bolsa, na Chicago Board Options Exchange, em 1973. Com o lançamento dos contratos de opções sobre títulos do Tesouro norte-americano, o mercado cresceu e difundiu-se por toda a parte, sendo indiscutível sua eficácia como instrumento de hedge.

Seu nome:
Seu E-mail:
Nome do seu amigo:
E-mail do seu amigo:
Sua mensagem (opcional):
Nome: Seu Email: (não será Publicado)
Site: (opcional)
Nofiticar por e-mail novos comentários neste tópico.

 
Publicidade

Os investidores estrangeiros representam mais de 50% dos negócios na bolsa de valores B3. Portanto o fluxo de recursos estrangeiros tende a ditar o movimento de uma boa fatia do mercado. Veja a participação nos Contratos Futuros do IBOVESPA

Considero o alinhamento automático a forma mais segura para entender o movimento dos preços das ações. No último artigo desta série prometi que usaria alguns gráficos para ilustrar essa metodologia. Alinhando os movimentos com os gráficos, podemos eliminar as contradições que muitas vezes ocorrem entre os movimentos de preços de períodos diferentes e enganam o operador.

Nesta nota vamos analisar como num dia de operação o investidor pode aumentar os ganhos num montante que daria inveja a qualquer robot dos “High frequence traders” – jogadores de alta frequência.

Há uma grande discussão nas universidades que já perdura por algum tempo sobre a racionalidade e a eficiência dos mercados. Os temas são complexos e importantes para quem deseja investir e quer saber se o preço de uma determinada ação está alto ou está baixo...

A Bovespa divulga em seu site a volatilidade histórica dos ativos. Entretanto, para facilitar, criamos esta tabela onde é apresentada a volatilidade histórica dos principais ativos, de forma a permitir as comparações entre respectivos períodos e ativos.