3. As primeiras operações com derivativos Análise Técnica Investimentos: análise técnica, como investir na bolsa de valores (Bovespa)

3. As primeiras operações com derivativos

As primeiras operações com derivativos

É no Japão feudal do século XVII que está a origem da primeira modalidade de derivativo: o contrato a termo (como será visto adiante). Trata-se do primeiro registro de comércio organizado para entrega de bens no futuro.

Os grandes proprietários rurais e os senhores feudais encontravam-se espremidos entre uma economia monetária em expansão, nas cidades, e sua fonte de recursos, a agricultura primária. Os pagamentos que recebiam dos arrendatários eram feitos na forma de participação na colheita anual de arroz. Essa renda era irregular e sujeita a fatores incontroláveis, como clima e outros fatores sazonais.

Uma vez que a economia monetária exigia que a nobreza tivesse caixa disponível todo o tempo, a instabilidade nas receitas estimulou a prática do embarque marítimo do arroz excedente para os centros principais, Osaka e Tóquio, onde a mercadoria podia ser armazenada e vendida quando conveniente. Para levantar dinheiro com rapidez, os senhores das terras começaram a vender recibos de armazenagem de bens estocados em armazéns urbanos ou rurais.

Os comerciantes, por sua vez, compravam esses recibos como meio de antecipar suas necessidades, pois estes também sofriam com a flutuação de safras incertas. Finalmente, para facilitar as transações, os recibos de arroz tornaram-se amplamente aceitos como moeda corrente. Algumas vezes, as reservas de arroz eram insuficientes para suprir as necessidades da nobreza – situação em que os comerciantes emprestavam dinheiro a juros aos senhores de terras, antes da venda efetiva dos recibos de arroz.

Ao final do século XVII, o mercado de Dojima caracterizava-se pelo fato de ser permitido negociar apenas para liquidação futura. Por volta de 1730, o Xogunato Tokugawa (governo imperial) designou e reconheceu oficialmente o mercado como cho-ai-mai, literalmente arroz comercializado no livro, ou seja, arroz escritural. Várias normas desse mercado eram surpreendentemente similares às operações atuais a termo.

Seu nome:
Seu E-mail:
Nome do seu amigo:
E-mail do seu amigo:
Sua mensagem (opcional):
Nome: Seu Email: (não será Publicado)
Site: (opcional)
Nofiticar por e-mail novos comentários neste tópico.

 
Publicidade

Considero o alinhamento automático a forma mais segura para entender o movimento dos preços das ações. No último artigo desta série prometi que usaria alguns gráficos para ilustrar essa metodologia. Alinhando os movimentos com os gráficos, podemos eliminar as contradições que muitas vezes ocorrem entre os movimentos de preços de períodos diferentes e enganam o operador.

Com o novo cenário econômico do Brasil, cada vez mais os juros estão mais baixos, e consequentemente os investimentos de renda fixa também. Com isso as perguntas que todo investidor se faz são: Ainda vale a pena investir em renda fixa? Onde obter melhor ganho? É hora de investir em ações na bolsa? ...veja como ficam seus investimentos no cenário atual.

A frase de Charles Dow, “a tendência é tua amiga”, definiu para sempre como se deve operar num mercado de movimentos aleatórios ou incertos. Infelizmente, muitas vezes, a tendência do mercado contraria nosso desejo de operar a qualquer momento, como se o mercado estivesse sempre favorável a nossa pretensão de comprar ou de vender...

Os investidores estrangeiros representam mais de 1/3 dos négocios na bovespa. Portanto o fluxo de recursos estrangeiros tende a ditar o movimento de uma boa fatia do mercado.Veja a participação nos Contratos Futuros do IBOVESPA

Quem nunca se enganou lendo gráficos de ações ou de outros ativos financeiros, levante as mãos! Enganamo-nos pelo desejo de encurtar caminho. Esse comportamento faz parte da luta inexorável para melhorar a vida o mais rápido possível, mas cometemos erros. A tentativa dos grafistas para inventar padrões gráficos em busca de significados diferentes faz parte dessa...