Ombro, Cabeça e Ombro : análise técnica, como investir na bolsa de valores (Bovespa)

Ombro, Cabeça e Ombro

Ombro Cabeça Ombro (O.C.O.)

O que é, como usar e como analisar esse padrão gráfico da análise técnica (análise gráfica).

Um dos princípios básicos da análise técnica é que as cotações das empresas evoluem sempre numa dada tendência. Essa tendência quer de alta, quer de queda não se prolonga indefinidamente havendo sempre um período de tempo ao longo da qual a tendência abranda até que se processa a inversão.
A identificação destes padrões do ponto de vista gráfico fornece ao analista técnico uma forte arma de análise para antever a evolução futura da cotação do título.
Iremos, nas próximas lições, analisar alguns dos gráficos padrões que podem ser identificados na evolução da cotação de um título. Comecemos pelo padrão gráfico «Cabeça e Troncos».
Como o próprio nome indica, o gráfico correspondente a este padrão forma uma espécie de cabeça com dois ombros nos extremos (veja a figura). O primeiro ombro forma-se quando surge a pressão compradora no mercado que leva a que o título suba e atinja um primeiro máximo. Nesse momento, os vendedores tomam conta do mercado o que leva a uma queda da cotação. Após esse período de tempo, os investidores que não entraram no primeiro máximo ou os investidores que querem repetir as mais valias voltam a entrar no papel o que força uma nova alta da cotação, desta vez ainda com mais força. O novo máximo é assim superior ao máximo do ombro esquerdo. Está formada a cabeça. Esta nova alta da cotação está sempre associada a um forte volume.

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Mal se atinge o novo máximo instala-se uma pressão vendedora que pretende tomar mais valias desta nova alta. A conseqüência imediata é a nova queda da cotação do título.
Nessa altura há ainda (poucos) investidores no mercado que pensam ainda poder tomar mais valias que lhes escaparam nos rallies anteriores pelo que a pressão compradora aumenta no mercado fazendo subir de novo as cotações (segundo ombro). Mas desta vez, além do máximo ser menor do que o máximo do primeiro ombro, o volume é menor, pois o interesse comprador do mercado também é menor. Assim, nova queda do título é inevitável com os vendedores a tomarem conta do mercado após ser alcançado novo máximo.
Durante esta nova tendência de queda das cotações pode acontecer que seja penetrada a linha de pescoço. Nesta situação é usual que os bulls tentem que as cotações subam novamente e quebrem a linha de pescoço. Caso tal não suceda, é muito provável que as cotações caíam rapidamente e com forte volume.

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